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Escola dos Profetas > Estatutos



:: Estatutos do Alcançando Corações Brasil ::

1. Todo integrante do Alcançando Corações Brasil mantém o coração em paz com seu semelhante. Nosso ministério não abraça ou apóia pessoas que sejam revoltadas contra pastores, instituições ou associações, doutrinas ou segmentos religiosos. Acreditamos que quando não concordamos com algum ponto de vista ou conduta de qualquer pessoa, nosso dever deve ser disponibilizar meios para que a pessoa saiba o ponto de vista que julgamos correto e deixamos com esta pessoa a decisão de aceitar ou não determinado conceito. Não acreditamos na força bruta de qualquer espécie. "Não por força e nem por violência, mas pelo Meu Espírito diz o Senhor” (Zacarias 4:6), e esta deverá ser nossa conduta geral.

2. Os falatórios, calúnias, julgamentos e maledicências oriundos de qualquer espécie, são altamente combatidos por nosso ministério. Não desejamos saber o passado de qualquer pessoa convertida. Não desejamos comentar as atitudes porque entendemos que falar mal dos outros, mesmo que seja verdade, é um pecado grave e altamente destrutivo, bem como acreditamos que Deus levará à morte aqueles que fizerem uso desta má qualidade (ler Salmos 101:5). Cremos que tal conduta é uma abominação ao Senhor (Prov. 6:15-19)

3. Todo integrante ao Ministério Alcançando Corações deve ter tempo para sua família. Aquele que não ordena bem seu próprio lar não está apto para ordenar o trabalho do Senhor (I Timoteo 3:4-5)

4. Nossos membros e participantes não abrigam a síndrome de Caim, Absalão, Miriam ou de Judas. Essas atitudes destroem relacionamentos e desqualificam todo indivíduo ao Ministério de Salvação. Caim acreditava que tinha que ser a consciência de seu irmão. Pensava que seria abençoado mesmo transgredindo abertamente o mandamento claro do Senhor e teve tamanha raiva e ciúme da aceitação recebida por seu irmão que acabou por matá-lo. Entendemos que todos os que abrigam o ciúme na alma, estarão no caminho do assassinato.

Assim também cremos que aqueles que se integram em nosso ministério reconhecem suas próprias fraquezas e não forçam a quem quer que seja a seguir-lhe os passos, seja pela influência negativa, ou por alguma distorção de um claro “Assim diz o Senhor”.

Bem como não aceitamos a síndrome de Absalão que tal qual II Samuel 15, destinou sua influência em roubar a atenção e a liderança do Rei e trazer o desconforto e a desavença para o reino inteiro. Absalão representa aqueles que acreditam que fariam melhor serviço se estivessem no lugar do líder estabelecido por Deus.

A síndrome de Miriam, irmã de Moisés, está representada por aqueles que são preconceituosos em relação a cor, sexo, posição social, cultura ou qualquer diferença relacionada a pessoas. Miriam acreditou que a liderança poderia ficar sob seu cargo, duvidando de que aquele que fez uma “escolha tão errada” talvez nunca seria achado como conduto de Deus.

Também não aceitamos a conduta de Judas, o qual acreditava que a liderança de Jesus era fraca e que ele era mais inteligente e preparado do que os outros discípulos a quem Jesus escolhera. Judas se ofereceu. Judas acreditava mais nele do que em Jesus Cristo. Judas queria a vitória pela força.

 

[ Alcançando Corações : Brasil ] 2009